Camara gasta 25 toneladas de açucar em 2 meses
Já café torrado e moído, por um ano, a Casa está comprando 54,8 toneladas por R$ 508 mil.
Para quem gosta de contas: dá nada menos do que 225 quilos de café por dia, sem contar finais de semana.
GibaUm
Carros elétricos poderão matar mais
Nos EUA, lei obriga automóveis elétricos a produzir ruído para alertar os pedestres e diminuir os riscos de um acidente.Grupo de trabalho das Nações Unidas quer agora uniformizar o barulho emitido pelos motores.
Carros elétricos silenciosos serão em breve coisa do passado nos Estados Unidos. O motivo é uma lei para melhorar a segurança dos pedestres, sancionada em janeiro de 2011 pelo presidente Barack Obama. A lei obriga automóveis elétricos e híbridos a gerarem um mínimo de ruído, como forma de aviso sonoro para cegos, deficientes visuais e transeuntes idosos.
Segundo estudos da autoridade de segurança do trânsito dos Estados Unidos (NHTSA), a probabilidade que ocorra uma acidente grave com um automóvel híbrido silencioso é duas vezes maior do que com um carro com motor de combustão convencional.
O número assusta até os mais fervorosos defensores da eletromobilidade na Alemanha. O governo em Berlim pretende, até 2020, colocar ao menos um milhão de carros elétricos nas ruass e estradas do país. Caso nenhuma providência seja tomada, é possível que a segurança do trânsito venha realmente a ser comprometida, afirma o professor de acústica Wolfgang Foken, da Universidade de Zwickau.
“Eu presumo que o risco de acidentes com carros elétricos certamente vai aumentar.”
O engenheiro especializado em acústica de automóveis afirma, no entanto, que isso não vale para todas as situações no trânsito. “Carros elétricos são muito silenciosos principalmente na hora de dar a partida, no acionamento da marcha à ré ou para estacionar. Em todas as manobras feitas abaixo de 25 km/h o ruído é quase nenhum”, diz Foken.
Por esse motivo, associações de cegos nos EUA defendem a obrigatoriedade da emissão de ruídos, e não são poucos os fabricantes de automóveis que já trabalham no desenvolvimento de ruídos artificiais. Já disponível no mercado, o carro elétrico Leaf, da Nissan, vem equipado com um gerador de som no compartimento do motor. Da mesma forma, o Prius, veículo híbrido da Toyota, produz ruídos desenvolvidos por designers de som.
Para que as montadoras não exagerem, há até mesmo um grupo de trabalho sobre o tema nas Nações Unidas em Genebra. Os funcionários da ONU estão definindo normas que deverão ser aplicadas a todos os veículos movidos à energia elétrica – sejam eles motocicletas, automóveis, caminhões ou ônibus.O principal objetivo dos inspetores da ONU: o novo som dos carros elétricos deve ser uniforme. Ruídos artificiais incomuns poderiam antes assustar do que alertar os cegos.
Rosana Paula/Blog do Zequinha
Roubos e assaltos são descontados de funcionários
Denúncias feitas por funcionários que têm o salário reduzido em casos de furtos são comuns
Deu no jornal Pioneiro
Em
Caxias do Sul, há duas semanas, dois criminosos invadiram uma farmácia
no bairro São Pelegrino, apontaram armas para a cabeça de funcionários e
levaram dinheiro do caixa. Mas o trauma dos trabalhadores não parou por
aí. Dois dias depois, eles foram comunicados por seus superiores de que
teriam de ressarcir o prejuízo do roubo, cerca de R$ 1,7 mil.
Cobrar dos funcionários o que é roubado por ladrões não é uma prática rara na cidade. No caso acima, oito empregados denunciaram a conduta dos proprietários do estabelecimento ao Sindicato dos Comerciários e ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De acordo com o gerente regional do MTE em Caxias, Vanius João Corte, em média duas denúncias por mês são feitas ao órgão referente à cobrança indevida por furto, roubo ou sumiço de mercadoria.
O MTE chamou os responsáveis do estabelecimento para uma conversa e alertou sobre a irregularidade. Eles negam ter dito aos empregados que descontariam o prejuízo de seus salários. Enquanto não há o desconto, a irregularidade não existe.
– A gente fica sem saber se vai ser cobrado ou não – explica Corte.
A dificuldade, segundo ele, é comprovar a irregularidade. Em casos como esse, as empresas costumam fazer com que o empregado assine um recibo de adiantamento de salário. Só que isso será uma estratégia para justificar o desconto no final do mês.
O MTE tem atuação fiscalizadora. Esse tipo de cobrança por parte das empresas pode caracterizar-se como assédio moral, segundo Corte. Havendo a comprovação da irregularidade, a empresa é notificada a devolver o dinheiro, e pode ser autuada.
O órgão pode fazer representação ao Ministério Público do Trabalho quando a ilegalidade é comprovada.
– Infelizmente, não é uma prática incomum, são relações de trabalho mais atrasadas. Ocorrem em postos de combustíveis, quando frentistas são assaltados e os proprietários cobram dos funcionários, ocorrem em mercados e em algumas lojas, diante do sumiço de mercadorias.
O risco da atividade econômica é do empregador, não pode transferir para o empregado. Não se pode responsabilizar alguém sem ter a comprovação da participação nisso. O vendedor não é responsável pela segurança– explica.
Em
Caxias do Sul, há duas semanas, dois criminosos invadiram uma farmácia
no bairro São Pelegrino, apontaram armas para a cabeça de funcionários e
levaram dinheiro do caixa. Mas o trauma dos trabalhadores não parou por
aí. Dois dias depois, eles foram comunicados por seus superiores de que
teriam de ressarcir o prejuízo do roubo, cerca de R$ 1,7 mil.Cobrar dos funcionários o que é roubado por ladrões não é uma prática rara na cidade. No caso acima, oito empregados denunciaram a conduta dos proprietários do estabelecimento ao Sindicato dos Comerciários e ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De acordo com o gerente regional do MTE em Caxias, Vanius João Corte, em média duas denúncias por mês são feitas ao órgão referente à cobrança indevida por furto, roubo ou sumiço de mercadoria.
O MTE chamou os responsáveis do estabelecimento para uma conversa e alertou sobre a irregularidade. Eles negam ter dito aos empregados que descontariam o prejuízo de seus salários. Enquanto não há o desconto, a irregularidade não existe.
– A gente fica sem saber se vai ser cobrado ou não – explica Corte.
A dificuldade, segundo ele, é comprovar a irregularidade. Em casos como esse, as empresas costumam fazer com que o empregado assine um recibo de adiantamento de salário. Só que isso será uma estratégia para justificar o desconto no final do mês.
O MTE tem atuação fiscalizadora. Esse tipo de cobrança por parte das empresas pode caracterizar-se como assédio moral, segundo Corte. Havendo a comprovação da irregularidade, a empresa é notificada a devolver o dinheiro, e pode ser autuada.
O órgão pode fazer representação ao Ministério Público do Trabalho quando a ilegalidade é comprovada.
– Infelizmente, não é uma prática incomum, são relações de trabalho mais atrasadas. Ocorrem em postos de combustíveis, quando frentistas são assaltados e os proprietários cobram dos funcionários, ocorrem em mercados e em algumas lojas, diante do sumiço de mercadorias.
O risco da atividade econômica é do empregador, não pode transferir para o empregado. Não se pode responsabilizar alguém sem ter a comprovação da participação nisso. O vendedor não é responsável pela segurança– explica.
| - Quando a empresa é alvo de furto, roubo ou desaparecimento de mercadoria causado por terceiros, o funcionário não pode ser responsabilizado pelo dano | |
| - Algumas empresas descontam ilegalmente dos vencimentos dos empregados forjando um recibo de pagamento adiantado de parte do salário | |
| - O funcionário não deve assinar nenhum documento que não especifique exatamente o motivo real do desconto | |
| - Esse tipo de irregularidade deve ser denunciado ao Ministério do Trabalho (Rua Bento Gonçalves, 2.621). Os telefones para fazer reclamações ou denúncias são (54) 3221.3116 e 3221.3306 |
abril 23, 2011 – am:38 am
Categories: Bizarro, Cidade, Combustivel, Consumo, Crime, Policia
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Rombo do afano de Lalau já passa de R$1,1 bi
A recuperação da quantia milionária desviada na construção do
Fórum Trabalhista de São Paulo, escândalo da década de 1990, está longe
de chegar ao fim.
Em 2001, o rombo no episódio envolvendo o então senador Luiz Estevão (foto) e o juiz Nicolau dos Santos Neto, o Lalau,
foi avaliado em R$ 169,5 milhões pelo Tribunal de Contas da União
(TCU). Dez anos depois, chega a R$ 1,1 bilhão, sendo que apenas R$ 50
milhões foram recuperados, cerca de 4,5% do total da dívida.
No processo principal de execução contra o grupo, foram penhorados 1.255 imóveis. Entretanto, a grande maioria deles não é o alvo de reclamação porque é ocupada, o que dificulta a liberação na Justiça.
No processo principal de execução contra o grupo, foram penhorados 1.255 imóveis. Entretanto, a grande maioria deles não é o alvo de reclamação porque é ocupada, o que dificulta a liberação na Justiça.
abril 23, 2011 – am:29 am
Categories: Crime, Economia, Governo, INSS, Justiça
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"Tagged"Nicolau dos Santos Neto, o Lalau, senador Luiz Estevão, TCU
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Moradora de rua convidada para casamento do príncipe William

Entre os seletos convidados para a cerimônia religiosa do casamento do príncipe William com Kate Middleton, uma ilustre desconhecida chamou atenção da imprensa britânica por sua história de vida: Shozna, de 20 anos, é ex-moradora de rua. Em entrevista ao jornal Daily Mail, a jovem exibe orgulhosa o convite com as insígnias da realeza britânica, distribuído a cerca de 1.900 pessoas – entre membros da família real, chefes de estado, diplomatas, celebridades e amigos íntimos do casal. Para se ter ideia, nem o presidente americano Barack Obama e o francês Nicolas Sarkozy fazem parte dessa disputada lista.
A
ligação de Shozna – que não teve o sobrenome revelado para proteger sua
identidade -, com o príncipe William, se deve a uma das instituições de
caridade do qual ele é patrono, a Centrepoint, destinada a ajudar
moradores de rua. Há dois anos, o próprio William enfrentou uma noite
fria nas ruas de Londres e dormiu junto a outros desabrigados, em apoio à
causa da entidade. Mas foi em outro momento, no entanto, que o destino
de Shozna cruzou com o do príncipe. No ano passado, em um evento de
caridade da Centrepoint, a jovem fez um discurso em que contou sua
trajetória e emocionou William, que quebrou o protocolo e a abraçou.Criada por uma família de mulçumanos na zona leste de Londres, Shozna era uma estudante esforçada que sonhava em ser cabeleireira. Em 2009, sofreu um derrame que deixou o lado direito do corpo paralizado e a impedia de falar. No Hospital Royal London, os médicos descobriram que ela possuia uma enfermidade no coração. Shozna precisou se submeter a uma cirurgia na válvula mitral, que implicou uma internação de dois meses. Depois de sessões com fonoaudiólogos e fisioterapeutas, ela se viu desabrigada – aparentemente, a família a abandonou, mas os detalhes do que de fato aconteceu não foram revelados. A jovem então se hospedou na casa de familiares por um tempo, até se ver forçada a mudar para um albergue.
Em situação difícil, Shozna ganhou um quarto num abrigo da Centrepoint. Com a ajuda de um profissional da instituição, preparou seu currículo e aprendeu a viver de maneira independente. Na semana passada, trocou o abrigo por um flat, e está na busca de emprego em lojas de roupa. “O derrame afetou meu cérebro, portanto, não posso voltar a estudar. E a paralisia na minha mão direita me impede de ser cabeleireira. Mas quero trabalhar e crescer profissionalmente até me tornar gerente”, contou a jovem.
Em entrevista ao jornal Daily Mail, Shozna mostrou seu entusiasmo com a guinada na vida que lhe permitiu ser convidada ao enlace real. “Estou muito animada. Kate parece ter nascido para ser uma princesa e acho que ela vai se vestir de forma clássica e tradicional. Ainda não acredito que o casal Beckham, Elton John e o marido, o príncipe Harry e todas as daminhas de honra estarão lá e eu os verei. Quero dizer ao príncipe William ‘parabéns e obrigada por ter me convidado, obrigada por fazer com que as pessoas se sintam parte do mundo, ao invés de se sentirem sozinha’.
Para o casamento real, Shozna vai usar um vestido tomara-que-caia vermelho e laranja, de 500 libras (1.275 reais) doado pela estilista de vestidos de noiva Raishma Islam, da equipe de Elizabeth Emanuel, responsável por parte do figurino da princesa Diana. Ela não será a única representante de instituições de caridade coordenadas pelo príncipe William, informou o porta-voz do St. James Palace.
O herdeiro do trono – segundo na linha de sucessão – segue os passos da mãe, conhecida por sua sensibilidade e trabalho com necessitados. Lady Di fazia questão de levar os filhos nas visitas e atividades que fazia nessas instituições.
abril 20, 2011 – pm:00 pm
Categories: Sem-categoria
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Comentários (1)
"Tagged"Principe William, Shozna
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TAXISTA: profissão regulamentada
Além da inscrição do motorista na Previdência, a proposta exige dos taxistas curso de relações humanas, direção defensiva, primeiros socorros, mecânica e elétrica básica de veículos.
O projeto também obriga o taxista a atender aos clientes “com presteza e polidez, trajar-se adequadamente e manter o veículo em boas condições de funcionamento e higiene”.
Por outro lado, enquadra a profissão na legislação trabalhista e garante aos taxistas um piso salarial. O projeto será apreciado pelo plenário da Casa.
De autoria de Confúcio Moura (PMDB-RO) e relatado pelo deputado federal Osmar Serraglio (PMDB/PR), o projeto reconhece o exercício da profissão de taxista e dá outras providências.
abril 20, 2011 – pm:14 pm
Categories: Cidade, Lei, Transito, Turismo
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"Tagged"Regulamentada profissão taxista
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Drama: mãe teve que escolher qual filho salvar em afogamento
Uma mãe de família contou à Justiça britânica o terror de
escolher que filho salvar após um acidente em que seu carro caiu em uma
represa.
Rachel Edwards, de 39 anos, dirigia o carro acompanhada de sua filha de 2 anos e de seu filho de 16 quando passou por um buraco e perdeu a direção na região de Lincolnshire, no nordeste da Inglaterra, em agosto do ano passado.
A mãe conseguiu escapar do carro pela janela enquanto o veículo afundava. Porém, teve de enfrentar o drama de escolher entre salvar a vida do filho de 16 anos de idade ou da filha de 2 anos.
Dois amigos do filho também estavam no carro e conseguiram escapar pela janela e buscar ajuda.
Ao depor no inquérito sobre o acidente, na cidade de Horncastle, em Lincolnshire, Edwards disse que ainda não teve tempo de entender a sequência de eventos que se desenrolaram muito rapidamente.
“Sei que passei por cima do buraco e o carro balançou para a direita e depois, não sei por que, para a esquerda. Não sei se passei por cima de um buraco e depois por outro buraco”, disse a mãe.
“Não sei como fui parar na água, não sei.”
SEQUÊNCIA RÁPIDA
O grupo, que vive em Essex, no sudeste da Inglaterra, estava no norte do país em férias. A mãe estava grávida de seis meses quando o acidente ocorreu.
Com o carro cerca de 3 metros abaixo da superfície, Edwards e os dois amigos do filho escaparam, mas o filho Jack, de 16 anos, e a filha de 2, Isabella, continuaram presos.
A mãe decidiu então regressar e tentar resgatar os filhos. Foi então que percebeu que só poderia levar um de volta à superfície.
Edwards liberou Isabella da poltrona do carro, mas nesse momento o veículo voltou a afundar.
“Fomos puxados para baixo e, quando conseguimos nadar para cima
novamente, notei que que ela estava apavorada. Eu queria voltar para o
carro, mas não tinha onde deixá-la”, disse a mãe.
“Eu sabia que se a deixasse sobre uma roda ela cairia, por isso não voltei para salvar Jack. Apenas esperei e esperei.”
Ao chegar à cena do acidente, um policial mergulhou na represa e conseguiu tirar Jack do carro. Entretanto, o filho já estava inconsciente e foi dado como morto no hospital.
Um exame póstumo comprovou que o adolescente morreu por afogamento.
À época do acidente, Edwards disse que “sabia que se eu soltasse Isabella, não conseguiria pegá-la de volta”.
“Desde então eu passo todos os meus momentos pensando em como eu poderia ter salvado meus dois filhos”, disse.
BBC/UK
Rachel Edwards, de 39 anos, dirigia o carro acompanhada de sua filha de 2 anos e de seu filho de 16 quando passou por um buraco e perdeu a direção na região de Lincolnshire, no nordeste da Inglaterra, em agosto do ano passado.
A mãe conseguiu escapar do carro pela janela enquanto o veículo afundava. Porém, teve de enfrentar o drama de escolher entre salvar a vida do filho de 16 anos de idade ou da filha de 2 anos.
| Arquivo da família/Caters News | ||
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| Rachel Edwards deixa uma corte britânica após audiências sobre o caso; mãe teve que escolher qual filho salvar |
Ao depor no inquérito sobre o acidente, na cidade de Horncastle, em Lincolnshire, Edwards disse que ainda não teve tempo de entender a sequência de eventos que se desenrolaram muito rapidamente.
“Sei que passei por cima do buraco e o carro balançou para a direita e depois, não sei por que, para a esquerda. Não sei se passei por cima de um buraco e depois por outro buraco”, disse a mãe.
“Não sei como fui parar na água, não sei.”
SEQUÊNCIA RÁPIDA
O grupo, que vive em Essex, no sudeste da Inglaterra, estava no norte do país em férias. A mãe estava grávida de seis meses quando o acidente ocorreu.
Com o carro cerca de 3 metros abaixo da superfície, Edwards e os dois amigos do filho escaparam, mas o filho Jack, de 16 anos, e a filha de 2, Isabella, continuaram presos.
A mãe decidiu então regressar e tentar resgatar os filhos. Foi então que percebeu que só poderia levar um de volta à superfície.
Edwards liberou Isabella da poltrona do carro, mas nesse momento o veículo voltou a afundar.
| Arquivo da família/Caters News | ||
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| Imagem de arquivo mostra Rachel Edwards com o filho e a filha; acidente de carro causou perda e trauma |
“Eu sabia que se a deixasse sobre uma roda ela cairia, por isso não voltei para salvar Jack. Apenas esperei e esperei.”
Ao chegar à cena do acidente, um policial mergulhou na represa e conseguiu tirar Jack do carro. Entretanto, o filho já estava inconsciente e foi dado como morto no hospital.
Um exame póstumo comprovou que o adolescente morreu por afogamento.
À época do acidente, Edwards disse que “sabia que se eu soltasse Isabella, não conseguiria pegá-la de volta”.
“Desde então eu passo todos os meus momentos pensando em como eu poderia ter salvado meus dois filhos”, disse.
BBC/UK
abril 20, 2011 – am:02 am
Categories: Justiça, Saúde, Sem-categoria
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"Tagged"afogamento, drama de uma mãe
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Ex-diretor da Assembléia Legislativa do RS é condenado à prisão
Ubirajara Amaral Macalão,
ex-diretor administrativo da Assembléia Legislativa do Rio Grande do
Sul, foi condenado à prisão pela 2ª Vara Criminal do Forum Central de
Porto Alegre.Macalão, como era conhecido na Assembléia, foi condenado a uma pena de quatro anos, quatro meses e 10 dias de reclusão por corrupção passiva. E mais quatro anos de prisão por lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.
A juiza Miriam Fernandes emitiu a sentença no dia 11 de abril e o promotor Mauro Rockenbach, da Especializada Criminal da Capital, foi intimado no dia 13. Só hoje o Ministério Público divulgou a sentença.
O sócio-proprietário da empresa Silvestre Administração e Serviços Ltda, José Odair Nunes, também foi condenado a quatro anos de prisão por lavagem e ocultação de bens, direitos e valores. Tanto Macalão como José Odair poderão recorrer em liberdade. Logo que foi instaurada a investigação, Macalão foi preso e ficou detido de 22 de agosto a 26 de setembro de 2007.
A denúncia do Ministério Público diz que Macalão, como diretor administrativo da Assembléia Legislativa do RS, solicitou e recebeu vantagens indevidas na execução do contrato de prestação de serviços entre a Assembléia e a empresa Silvestre Administração.Segundo o MP, Macalão recebeu R$ 75 mil entre março de 2005 e junho de 2007. Macalão recebia R$ 2,5 mil por mês. Era o responsável pela fiscalização da realização do contrato.
Jorge Seadi SUL21 Com informações do Ministério Público
abril 19, 2011 – pm:12 pm
Categories: Sem-categoria
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"Tagged"Macalão, Ubirajara Amaral Macalão
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Maiores lobbies da Câmara são agronegócio e saúde
Levantamento do Brasil Econômico mostra os setores mais fortes no Congresso.
De todos os setores da sociedade representados no Congresso Nacional,
a saúde e o agronegócio são os que mais mobilizam os parlamentares.
Com estratégias diferentes de organização e ação, esse dois lobbies reúnem grupos com interesses pontuais, mas que agem sob a mesma bandeira na hora de lutar por espaço na agenda parlamentar.
Levantamento do Brasil Econômico junto às frentes parlamentares formais, que são registradas na Secretaria Geral da Câmara, e informais, que não têm registro na casa, mostra que a saúde conta com oito frentes em atividade.
A mais importante delas é a Frente Parlamentar da Saúde, com 240 deputados, e a mais numerosa é a de Apoio às Santas Casas, com 309 deputados, a maior da casa. Há também a Frente das Hepatites, dos funcionários do SUS, dos agentes comunitários de saúde, das pessoas com deficiência, da indústria farmacêutica e dos hospitais universitários.
O levantamento só considerou as frentes da Câmara. “Como as eleições para o Senado são majoritárias, não há segmento que eleja um senador. Logo, os interesses são mais regionais e as frentes não têm expressão”, explica o veterano senador Agripino Maia (DEM-RN), presidente do DEM.
Bandeiras
Presidente da Frente da Saúde, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) explica que o grupo é constituído por representantes de áreas diversas, mas que compartilham de bandeiras em comum. “Defendemos o fortalecimento do SUS, a renovação tecnológica da área e a saúde complementar”. Entre as divergências da frente, a principal é sobre a volta da CPMF. “A Frente não terá uma posição sobre isso para não repartir o grupo. Eu pessoalmente sou contra”, afirma Perondi.
Presidente da maior frente parlamentar no Congresso – de Apoio às Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas na Área de Saúde – o deputado Antonio Brito (PTB-BA) afirma que o tema mantém-se “fortíssimo” na Câmara.
“Santa Casa não é só saúde, mas um equipamento social”. A primeira reunião da frente neste ano, em março, teve a participação de 66 deputados e listou como demandas do setor o maior financiamento público, o acompanhamento pelo governo de programas de contratualização e o lançamento de créditos subsidiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo Brito, são 222 o número de projetos sobre saúde parados no Congresso e outros 12 seguem em tramitação. Sobre duas questões sempre discutidas em debates a respeito da eficiência da saúde pública no país, o deputado afirma que “financiamento e gestão não podem estar separados”.
Ele declara que sua Frente é a favor da regulamentação da Emenda 29, que institui gastos mínimos dos governos federal, estaduais e municipais com os serviços de saúde.
Disputa
Depois da saúde, o agronegócio é o setor mais organizado da Câmara. São cinco frentes registradas, sendo a mais forte delas a da Agropecuária – 230 deputados. “Ruralista parece uma coisa do mal. Um dos nossos objetivos é desmistificar isso. Nossa frente é suprapartidária, mas a oposição é minoria. Nos reunimos regularmente em Brasília”, relata o deputado Moreira Mendes (PPS-RO), presidente da frente. Ele conta que a estratégia do grupo este ano mudou.
“Nos espalhamos pela maioria das comissões da Câmara. Estamos na CCJ, na Agricultura e na Comissão de Meio Ambiente. Estamos ocupando esses espaços. Antes ficávamos todos pendurados só na Comissão de Agricultura”.
Todos os esforços dos ruralistas nesse momento estão voltados para o projeto que altera o código florestal. Em campo contrário, os ambientalistas atuam dentro do Congresso em “chapa” única, com 194 deputados e apoio de mais de cem entidades civis, de acordo com Mario Mantovani, diretor de políticas públicas do SOS Mata Atlântica. “A frente ambientalista é uma das mais dinâmicas”.

Santas Casas mobilizam a maior frente Parlamentar da Câmara
Com estratégias diferentes de organização e ação, esse dois lobbies reúnem grupos com interesses pontuais, mas que agem sob a mesma bandeira na hora de lutar por espaço na agenda parlamentar.
Levantamento do Brasil Econômico junto às frentes parlamentares formais, que são registradas na Secretaria Geral da Câmara, e informais, que não têm registro na casa, mostra que a saúde conta com oito frentes em atividade.
A mais importante delas é a Frente Parlamentar da Saúde, com 240 deputados, e a mais numerosa é a de Apoio às Santas Casas, com 309 deputados, a maior da casa. Há também a Frente das Hepatites, dos funcionários do SUS, dos agentes comunitários de saúde, das pessoas com deficiência, da indústria farmacêutica e dos hospitais universitários.
O levantamento só considerou as frentes da Câmara. “Como as eleições para o Senado são majoritárias, não há segmento que eleja um senador. Logo, os interesses são mais regionais e as frentes não têm expressão”, explica o veterano senador Agripino Maia (DEM-RN), presidente do DEM.
Bandeiras
Presidente da Frente da Saúde, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) explica que o grupo é constituído por representantes de áreas diversas, mas que compartilham de bandeiras em comum. “Defendemos o fortalecimento do SUS, a renovação tecnológica da área e a saúde complementar”. Entre as divergências da frente, a principal é sobre a volta da CPMF. “A Frente não terá uma posição sobre isso para não repartir o grupo. Eu pessoalmente sou contra”, afirma Perondi.
Presidente da maior frente parlamentar no Congresso – de Apoio às Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas na Área de Saúde – o deputado Antonio Brito (PTB-BA) afirma que o tema mantém-se “fortíssimo” na Câmara.
“Santa Casa não é só saúde, mas um equipamento social”. A primeira reunião da frente neste ano, em março, teve a participação de 66 deputados e listou como demandas do setor o maior financiamento público, o acompanhamento pelo governo de programas de contratualização e o lançamento de créditos subsidiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo Brito, são 222 o número de projetos sobre saúde parados no Congresso e outros 12 seguem em tramitação. Sobre duas questões sempre discutidas em debates a respeito da eficiência da saúde pública no país, o deputado afirma que “financiamento e gestão não podem estar separados”.
Ele declara que sua Frente é a favor da regulamentação da Emenda 29, que institui gastos mínimos dos governos federal, estaduais e municipais com os serviços de saúde.
Disputa
Depois da saúde, o agronegócio é o setor mais organizado da Câmara. São cinco frentes registradas, sendo a mais forte delas a da Agropecuária – 230 deputados. “Ruralista parece uma coisa do mal. Um dos nossos objetivos é desmistificar isso. Nossa frente é suprapartidária, mas a oposição é minoria. Nos reunimos regularmente em Brasília”, relata o deputado Moreira Mendes (PPS-RO), presidente da frente. Ele conta que a estratégia do grupo este ano mudou.
“Nos espalhamos pela maioria das comissões da Câmara. Estamos na CCJ, na Agricultura e na Comissão de Meio Ambiente. Estamos ocupando esses espaços. Antes ficávamos todos pendurados só na Comissão de Agricultura”.
Todos os esforços dos ruralistas nesse momento estão voltados para o projeto que altera o código florestal. Em campo contrário, os ambientalistas atuam dentro do Congresso em “chapa” única, com 194 deputados e apoio de mais de cem entidades civis, de acordo com Mario Mantovani, diretor de políticas públicas do SOS Mata Atlântica. “A frente ambientalista é uma das mais dinâmicas”.
abril 19, 2011 – pm:28 pm
Categories: Agronegócios, Cidade, Politica, Previdencia
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"Tagged"Agronegócios, Porto Alegre, Santa Casa
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Lei Maria da Penha aplicada em casal gay
O
juiz Alcides da Fonseca Neto, da 11ª Vara Criminal do Rio de Janeiro,
aplicou a Lei Maria da Penha, que criou mecanismos para coibir a
violência doméstica e familiar contra a mulher, em um caso de lesão
corporal envolvendo um casal homossexual.
Na decisão, o juiz concedeu a liberdade provisória ao réu, sem o
pagamento de fiança, mediante termo de compromisso, segundo o qual ele
deverá manter uma distância de 250 metros do seu companheiro.
Em três anos de união homoafetiva, o cabeleireiro Adriano Cruz de Oliveira foi vítima de várias agressões praticadas por seu companheiro, Renã Fernandes Silva, na casa onde moravam na Rua Carlos Sampaio, no Centro do Rio.
A última aconteceu na madrugada do dia 30 de março, quando Renã atacou o cabeleireiro com uma garrafa, causando-lhe diversas lesões no rosto, na perna, lábios e coxa.
Para o juiz, a medida é necessária a fim de resguardar a integridade física da vítima. “Importa finalmente salientar que a presente medida, de natureza cautelar, é concedida com fundamento na Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha), muito embora esta lei seja direcionada para as hipóteses de violência doméstica e familiar contra a mulher. Entretanto, a especial proteção destinada à mulher pode e dever ser estendida ao homem naqueles casos em que ele também é vítima de violência doméstica e familiar, eis que no caso em exame a relação homoafetiva entre o réu e o ofendido, isto é, entre dois homens, também requer a imposição de medidas protetivas de urgência, até mesmo para que seja respeitado o Princípio Constitucional da Isonomia”, afirmou o juiz.
Na decisão, ele recebeu a denúncia contra Renã Fernandes, oferecida pelo Ministério Público estadual, que deu parecer favorável à medida.
O inquérito teve início na 5ª DP, na Lapa e, segundo os autos, os atos de violência ocorriam habitualmente. O cabeleireiro afirmou que seu companheiro tem envolvimento com traficantes e que já o ameaçou se ele chamasse a polícia por conta das agressões. O juiz determinou ainda que o alvará de soltura seja expedido e que o réu tome ciência da medida cautelar no momento em que for posto em liberdade.
Processo nº 0093306-35.2011.8.19.0001
abril 19, 2011 – pm:22 pm
Categories: Abuso Sexual, GLS, Justiça, Lei, Saúde
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Na decisão, o juiz concedeu a liberdade provisória ao réu, sem o
pagamento de fiança, mediante termo de compromisso, segundo o qual ele
deverá manter uma distância de 250 metros do seu companheiro.Em três anos de união homoafetiva, o cabeleireiro Adriano Cruz de Oliveira foi vítima de várias agressões praticadas por seu companheiro, Renã Fernandes Silva, na casa onde moravam na Rua Carlos Sampaio, no Centro do Rio.
A última aconteceu na madrugada do dia 30 de março, quando Renã atacou o cabeleireiro com uma garrafa, causando-lhe diversas lesões no rosto, na perna, lábios e coxa.
Para o juiz, a medida é necessária a fim de resguardar a integridade física da vítima. “Importa finalmente salientar que a presente medida, de natureza cautelar, é concedida com fundamento na Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha), muito embora esta lei seja direcionada para as hipóteses de violência doméstica e familiar contra a mulher. Entretanto, a especial proteção destinada à mulher pode e dever ser estendida ao homem naqueles casos em que ele também é vítima de violência doméstica e familiar, eis que no caso em exame a relação homoafetiva entre o réu e o ofendido, isto é, entre dois homens, também requer a imposição de medidas protetivas de urgência, até mesmo para que seja respeitado o Princípio Constitucional da Isonomia”, afirmou o juiz.
Na decisão, ele recebeu a denúncia contra Renã Fernandes, oferecida pelo Ministério Público estadual, que deu parecer favorável à medida.
O inquérito teve início na 5ª DP, na Lapa e, segundo os autos, os atos de violência ocorriam habitualmente. O cabeleireiro afirmou que seu companheiro tem envolvimento com traficantes e que já o ameaçou se ele chamasse a polícia por conta das agressões. O juiz determinou ainda que o alvará de soltura seja expedido e que o réu tome ciência da medida cautelar no momento em que for posto em liberdade.
Processo nº 0093306-35.2011.8.19.0001


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