10 de fev. de 2011


Os 80 anos de Cauby Peixoto

Cauby começou sua carreira como calouro de rádio na década de 50. Fã de Orlando Silva, ele lembrava “o cantor das multidões” em seus primeiros registros musicais. Do rádio foi se apresentar em boates do Rio de Janeiro e São Paulo. Conheceu o empresário e compositor Di Veras, a quem é atribuída a “estratégia” de criar a “personalidade caubyniana”.
O que um bom cantor precisa ter? Afinação? Extensão vocal? Um bom repertório? Sim, tudo isso é preciso.
Mas há um fator fundamental, talvez o mais importante: a personalidade. E para Cauby Peixoto esse ingrediente nunca faltou. Um dos cantores mais populares do país completa 80 anos de vida e 60 de carreira.
Não há quem não capriche a entonação de Cauby ao cantar os versos de Conceição – um de seus maiores sucesso. Suas roupas, seus paletós cheios de brilhos, suas perucas, sua vaidade. Tudo é lembrado quando se fala dele. É uma figura única dentro do cenário da música brasileira.
E deu certo. Dois anos depois de seu início de carreira, Cauby já era o novo ídolo do rádio, substituindo Orlando Silva, que ocupava o posto há duas décadas. As meninas o perseguiam, rasgavam suas roupas. Cauby virou o ídolo de uma geração.
No final dos anos 50, veio a Bossa Nova. Pouco tempo depois, a moderna música brasileira, batizada de MPB, a jovem guarda. Cauby resistiu. Oras com mais, oras com menos destaque. Mas nunca deixou de ser ele mesmo. De cantar o que acredita, de ser romântico, exagerado. É um dos poucos remanescentes da Era do Rádio brasileira que continua produzindo.

E Cauby é assim. Calmo e sorridente, mas com garra. Desafia o tempo e qualquer limitação natural da idade. No dia em que ÉPOCA o entrevistou, em um show realizado no Sesc Belenzinho, em São Paulo, no dia 25 de janeiro, Cauby mostrou toda sua disposição em ficar a serviço da música. Já era o quarto show que ele fazia na semana. Outros dois ainda estavam por vir.
A temporada que ele apresenta no Bar Brahma – na tradicional esquina das avenidas Ipiranga com São João – já dura seis anos. As apresentações, que sempre acontecem às segundas-feiras, têm ingressos disputados.
Para marcar os 80 anos de vida e 60 de carreira, Cauby prepara três novos lançamentos. Todos inéditos. Dirigido pelo produtor Thiago Marques Luiz, Cauby deve lançar no mercado um CD onde canta músicas como Minha voz, minha vida (Caetano Veloso), Hoje (Taiguara) e Guerreiro Menino (Gonzaguinha) acompanhado apenas de violão, outra com músicas dos Beatles (“As mais românticas deles”, avisa Cauby) e um terceiro trabalho com o registro de um show que, em abril, vai comemorar suas seis décadas de profissão, com participações de Fafá de Belém, Emílio Santiago, Agnaldo Rayol e Agnaldo Timóteo.
Cauby Peixoto Barros nasceu em 10 de fevereiro de 1931, em Niterói, no Rio de Janeiro. A música já fazia parte de sua família. Filho de um violinista e primo do sambista Ciro Monteiro, Cauby aprendeu a cantar ainda no colégio, onde fazia parte do coral. “Eu cantava alto, estridente. Moacir que me ensinou a cantar de verdade”, diz Cauby, referindo-se ao irmão, o pianista Moacir Peixoto (1920-2003).
No começo da década de 50, Cauby foi tentar a sorte nos programas de rádio. Passou a se apresentar em boates do Rio e de São Paulo e logo conseguiu lançar seus primeiros registros em discos. O sucesso veio pouco tempo depois, com a gravação de Blue gardênia.
Em 1956, grava Conceição, um dos grandes êxitos de sua carreira. Na mesma época, aventura-se em uma carreira nos Estados Unidos. Com o nome artístico de Ron Coby, ficou dois anos se apresentando por lá e recebeu elogios da revista Time.
Nas décadas de 60 e 70, seguiu se apresentando em casas noturnas pelo Brasil e gravando os grandes compositores da música brasileira, como Evaldo Gouveia, Tom Jobim, Banden Powell, Dorival Caymmi, Chico Buarque, entre outros.
Em 1980, lança o disco Cauby! Cauby!, com canções escritas por Caetano Veloso, Tom Jobim, Roberto e Erasmo Carlos e Jorge Benjor. O álbum comemorou os 25 anos de carreira do cantor e fez com que Cauby recuperasse prestígio dentro da música brasileira. Bastidores, de Chico Buarque, foi um estrondoso sucesso. A música é citada até hoje por Cauby como a preferida de todo o seu repertório.
Foi nos anos 80 que Cauby inaugurou uma de suas mais famosas parcerias musicais. Ao lado da cantora Ângela Maria, Cauby gravou dois discos e fez inúmeros shows pelo país. Na década de 90, lançou álbuns como Cauby canta Sinatra, que contou com a participação de Gal Costa, Zizi Possi, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Dionne Warwick.
Na última década, apesar de um problema de coração surgido no início dos anos 2000, Cauby continuou a se apresentar e a lançar seus trabalhos. Há cinco anos, gravou um DVD para comemorar seus 55 anos de carreira. Depois vieram Cauby canta Baden, Cauby interpreta Roberto Carlos e Cauby sing Sinatra. Há seis anos se apresenta semanalmente no Bar Brahma, na tradicional esquina das avenidas Ipiranga com São João. Os shows, sempre às segundas-feiras, já fazem parte do calendário cultural da cidade de São Paulo.
Época

Coca-Cola Brasil vendeu mais de 10 bilhões de litros

A Coca-Cola Brasil fechou o ano de 2010 com faturamento de R$ 17,7 bilhões e investimentos de cerca de 2,2 bilhões.
 Com isso, a companhia atingiu volume de vendas de 10,6 bilhões de litros, o que significa crescimento de 11% na comparação com o resultado de 2009.
No mundo, a empresa registrou crescimento de 5%, sendo que no quarto trimestre do ano passado cresceu 6%. Já o crescimento na América Latina foi de 5%, o mesmo percentual obtido no último trimestre de 2010. No Brasil o crescimento foi de 7%, conforme anunciou nesta quarta-feira o presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa, para quem a companhia vai investir ao longo deste ano cerca de R$ 2,5 bilhões e frisou que, de 2010 a 2014, a empresa vai implementar investimentos da ordem de R$ 11 bilhões. Nos últimos cinco anos a empresa investiu R$ 6 bilhões.
O Brasil já é o quarto mercado para a companhia, perdendo, apenas, para os EUA, México, e China.
O diretor de Comunicação e Sustentabilidade da empresa, Marcos Simões, lembrou que, no ano passado, a Coca-Cola deu o primeiro passo ruma à garrafa sustentável do futuro ao se tornar pioneira no lançamento da PlanBottle na América Latina. Por ser 30% a base de planta, a embalagem, feita de PET, no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo, reduziu a emissão de gás carbônico (CO2) em 20%. E acrescentou que a empresa inaugurou, em Maceió, a primeira fábrica verde de refrigerantes do sistema, concebida dentro doa mais “rígidos padrões de sustentabilidade ambiental a conviver com bebidas e alimentos”.
O ano de 2010 também foi marcado por grandes lançamentos como o Powerade, para hidratação dos atletas.
O Sistema Coca-Cola Brasil gera 53 mil empregos diretos e só no ano passado abriu 9 mil novas vagas, e cerca de 500 mil empregos indiretos. Conta com 150 produtos de vários segmentos, 16 fabricantes de Coca-Cola, 46 unidades industriais, 37 fábricas de refrigerantes, três fábricas de chás, duas de sucos, uma de concentrados e três de água mineral.

Marcelo Bernardes

RS terá que bancar fertilização in vitro

O Estado do Rio Grande do Sul e o município de Bom Jesus (RS) deverão fornecer medicamentos a mulher que deseja realizar fertilização in vitro.
A decisão, unânime, foi do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) e não cabe mais recurso.
De acordo com o relator, a necessidade da autora da ação, comprovada por atestado médico, é incluída no direito ao planejamento familiar e à saúde, garantidos pela Constituição. Além disso, infertilidade foi reconhecida como um problema de saúde na Resolução 1.358/92 do Conselho Federal de Medicina.
A autora é portadora de obstrução tubária bilateral e necessita dos medicamentos Menotropina altamente purificada, Estradiol, Folitropina Recombinante e Antagonista do GnRH, para a concepção programada através de fertilização in vitro, mas não tem condições econômicas para tanto comprá-los.
Em primeira instância, a juíza Carina Paula Chini Falcão, da Comarca de Bom Jesus, condenou o estado e o município, solidariamente, a fornecer os remédios sob pena de seqüestro da quantia necessária.
O Estado do Rio Grande do Sul recorreu, alegando que o tratamento de reprodução assistida não pode ser considerado essencial ou urgente; enquanto Bom Jesus sustentou que o remédio não consta da lista a qual se vincula, apesar do direito à saúde ser garantido pela União, Estados e municípios, mas ambos os recursos foram negados.

 

Pesquisa: brasileiro considera o SUS regular

Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que 42,6% dos brasileiros classificam os serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como “regulares”. Os entrevistados satisfeitos ficaram quase na mesma proporção dos insatisfeitos: 28,9% e 28,5%, respectivamente.
Aumentar o número de médicos e reduzir o tempo de espera para atendimento são as principais melhorias sugeridas por brasileiros para o SUS. Sobre o atendimento em centros e postos de saúde, quase a metade dos entrevistados (46,9%) sugeriu que o número de médicos fosse aumentado. No atendimento por médicos especialistas, 37,3% dos entrevistados fizeram a mesma sugestão. O percentual é semelhante ao de pessoas que cobraram o mesmo em serviços de urgência e emergência (33%).
Foram ouvidas quase mais de 2.700 pessoas, entre 3 e 19 de novembro do ano passado. A pesquisa incluiu também perguntas sobre planos e seguros privados de saúde. As principais razões citadas para aderirem ao segmento da saúde suplementar foram: pela maior rapidez para consultas ou exames (40%); por ser um benefício fornecido gratuitamente pelo empregador (29,2%); pela maior liberdade para escolha do médico que fará o atendimento (16,9%).
Já o principal problema apontado pelos entrevistados em planos de saúde é o preço da mensalidade (39,8%), seguida pelo fato de algumas doenças ou procedimentos não serem cobertos pelo plano (35,7%).

Panamá dá seguro médico grátis aos turistas

O Panamá está oferecendo seguro médico gratuito, com cobertura em casos de emergência, que ocorram nos primeiros 30 dias da estada no País.
A iniciativa entrou em vigor dia 17 de janeiro para quem chega ao Panamá pelo Aeroporto Internacional de Tocumen. Ao chegar ao aeroporto, o viajante deve procurar pelos centros de informação turística onde será feita a entrega de um folheto com toda a informação necessária e um cartão de usuário. Quem necessitar de atendimento médico precisará apresentar este cartão e o passaporte em qualquer centro de saúde.
“Sem dúvida, o seguro médico representa um incentivo a mais para o turista que visita o Panamá, além de todos as demais atrações que o país oferece como destino turístico. Além disso, as pessoas que fizerem uso dos serviços de saúde do país poderão comprovar que o Panamá é o lugar ideal para o turismo médico, com médicos altamente preparados e hospitais de primeiro nível”, disse o Ministro do Turismo do Panamá e diretor da ATP, Salomón Shamah.
A empresa de seguros Assicurazioni Generali será a responsável pela emissão desta apólice de seguros, e seu contrato terá vigência pelos próximos dois anos.
Mariana Buccieri /PanRotas

Hotel Serra Azul vai pagar indenização pela morte de mulher na lua de mel

Um homem que perdeu a esposa em acidente fatal ocorrido no hotel onde passavam a lua de mel vai receber R$ 280 mil em indenização por danos materiais e morais. O valor foi aumentado pela 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A mulher morreu após cair de uma altura de três metros no Hotel Serra Azul, em Gramado, e o hotel foi responsabilizado por não ter proteção no local.
A empresa Perini Hotéis e Turismo Ltda recorreu ao STJ contra a indenização, fixada em R$ 250 mil – corrigidos desde a data do acidente –, e contra a taxa de juros adotada. Porém, o relator, ministro Aldir Passarinho Junior, considerou 500 salários-mínimos uma indenização correta, e fez uma adequação do valor para atualizá-lo dentro dos parâmetros adotados pelo STJ. Como está em discussão a alteração do salário-mínimo, o relator fixou a indenização em R$ 280 mil, corrigidos a partir da data desse julgamento na 4ª Turma.
Quanto aos juros moratórios, Aldir Passarinho Junior manteve a incidência a partir da data da citação, já que não houve recurso do autor da ação para que o termo inicial retroagisse à data do acidente. Como o caso ocorreu ainda na vigência do antigo Código Civil, os juros foram fixados em 6% ao ano até a entrada em vigor do novo Código, quando passa a incidir a taxa Selic, com a ressalva da não incidência de correção monetária, que já compõe essa taxa.
Seguindo o voto do relator, todos os ministros conheceram e deram provimento nessa parte do recurso.
ZH/

Genérico contra Aids e hepatite

O Ministério da Saúde anunciou hoje a produção genérica do remédio Tenofovir, usado atualmente por 64 mil pacientes com Aids e 1,5 mil com hepatite.
O remédio será produzido pelo laboratório oficial da Fundação Ezequiel Dias (Funed) do governo de Minas Gerais.
A produção do remédio é fruto de uma Parceria Público Privada (PPP) firmada pelo governo em 2009. O governo calcula que nos próximos cinco anos a economia com a produção do medicamento genérico será de R$ 440 milhões.
O primeiro lote nacional do Tenofovir começará a ser produzido esta semana e deverá estar disponível para os pacientes no fim de março. A produção nacional, segundo o ministério, será suficiente para atender toda a demanda do país.
Com a fabricação do remédio, 10 dos 20 medicamentos antiaids fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passam a ser produzidos no Brasil.

IR sobre aposentadoria e atrasados fica bem menor


Os contribuintes que receberem aposentadorias, pensões e outros rendimentos acumulados, retroativos a pagamentos que deveriam ter sido feitos no passado, pagarão menos Imposto de Renda (IR) sobre os valores recebidos. De acordo com norma publicada nesta terça-feira pela Receita Federal no Diário Oficial da União, o tributo será calculado como se os pagamentos fossem diluídos ao longo de vários meses. Na regra anterior, a cobrança era realizada sobre o total recebido de uma vez.
“Imagine que você ficou dois ou três anos sem receber um salário. Se até então você recebia de uma vez, acabava pagando um monte de imposto. Agora, você poderá pagar menos ou até não pagar nada, se estiver na faixa de isenção”, afirmou o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir. Para o cálculo, vale a tabela vigente do IR, segundo a qual os rendimentos mensais de até 1.499,15 reais estão isentos do imposto. A partir desse valor, a alíquotas variam de 7,5% a 27,5%.
Um contribuinte, por exemplo, que recebesse 20.000 reais referentes a pagamentos acumulados em dez meses em anos anteriores era tributado por uma alíquota de 27,5% – a mais alta da tabela do IR -, o que resultava em um imposto de 4.807,22 reais. Pela nova regra, como o pagamento equivale a 2.000 reais mensais, a alíquota aplicada ao rendimento passa a ser de 7,5% – a menor alíquota -, resultando em imposto a pagar de apenas 375,64 reais.
Segundo Adir, como vários contribuintes já conseguiam por meio de ações judiciais realizar o cálculo diluído, a Receita decidiu alterar a regra por orientação da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). “Ou seja, além de entrar na Justiça para receber os pagamentos atrasados, as pessoas acabavam tendo que entrar com outro processo para pagar menos imposto”, acrescentou Adir.
Além disso, segundo ele, muitos contribuintes declaravam esses pagamentos de maneira errada ou simplesmente não informavam o rendimento para a Receita, que acabava enquadrando os contribuintes na malha fina, pelo parâmetro de omissão de rendimento ou fonte. Com a mudança, esses casos tendem a diminuir.
O contribuinte poderá ainda incluir esses rendimentos recebidos acumuladamente em sua Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda e usufruir das deduções normais a que hoje tem direito se os valores tiverem sido recebidos em 2010. Assim, no programa gerador da declaração a ser preenchida a partir de março, ele poderá optar por somar todos os ganhos, como renda e os recebidos acumuladamente, e abater as despesas médicas, por exemplo, ou fazer o cálculo separado.
Regra de transição – Na declaração de IR deste ano, referente a 2010, os contribuintes ainda terão a opção de informar os dados no campo “rendimentos recebidos acumuladamente”. A partir da declaração referente ao ano-calendário de 2011, no entanto, a tributação será exclusivamente na fonte.
AE

Falcão vai deixar a Globo e caio assume seu lugar


O ex-jogador Paulo Roberto Falcão deve deixar o canal em breve, já que seu contrato de comentarista de futebol com a Globo vence neste ano e não deve ser renovado.
Seu contrato vence este ano e nao deve ser renovado. Fontes do mercado sugerem que Falcao pretende voltar a ser técnico de futebol “e por isso vai deixar a TV”.
Outra mudança envolve a dupla Galvão Bueno (narrador) e Casagrande (comentarista).
O narrador expressa há tempos a vontade de trabalhar mais com o comentarista Caio Ribeiro.
Com a troca, Caio deve virar o comentarista número um da emissora, atuando nas transmissões das grandes decisões e nos jogos da seleção brasileira. Procurada, a Globo, via assessoria, não ligou de volta.
A informação é da coluna Outro Canal, Keila Jimenez

Millôr Fernandes é internado no Rio



O escritor, desenhista, dramaturgo e humorista Millôr Fernandes, de 86 anos, está internado na Clínica São Vicente, na Gávea, zona Sul do Rio de Janeiro. Nenhum boletim médico foi divulgado, a pedido da família do escritor. A data e a razão da internação também não foram informadas. A última postagem Twitter do autor data do dia 4 de fevereiro, sexta-feira.
Millôr Fernandes é um dos grandes nomes do jornalismo nacional. Na década de 40 colaborou com a extinta revista “O Cruzeiro”. Em 1969, foi um dos fundadores do jornal “O Pasquim”, um dos grandes marcos da resistência contra a censura na ditadura militar. Tem mais de 30 livros publicados, entre prosa e poesia, além de ser um dos principais tradutores de Shakespeare no Brasil.
IG

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário: