13 de abr. de 2010

FSP e Folha Online com redação única

abril 12, 2010 por Nilnews

As redações da Folha de S.Paulo e da Folha Online amanheceram unificadas na 4ª.feira (7/4), numa decisão que surpreendeu, mas que de certo modo muitos consideravam necessária, segundo este J&Cia ouviu de alguns profissionais da casa.

“É o fim do comando duplo e a integração definitiva das redações”, disse um deles a este J&Cia, numa clara demonstração de que, no geral, a medida parece ter sido bem recebida, não só por integrar as equipes, mas porque permitirá ganhos no próprio fazer jornalístico dos dois veículos.

O comunicado oficializando a decisão circulou no início da noite da 3ª.feira (6/4), assinado pelo diretor de Redação Otavio Frias Filho. Nele, Otavio informa que a partir de agora “as Redações da Folha de S.Paulo e da Folha Online serão fundidas, sob o comando da Editoria Executiva da Folha de S.Paulo” (leia-se Sérgio Dávila).

Diz também que “será criado o cargo de secretário-assistente digital, subordinado à Secretaria de Redação, a ser ocupado por Camila Marques”. E acrescenta que “no processo, os atuais editores da Folha Online assumem a função de editores-adjuntos e passam a integrar as editorias da Folha de S.Paulo com suas respectivas equipes”.

Jornalista & Cia

Fotos da Lady Gaga antes da fama

abril 12, 2010 por Nilnews

Mas você acha que ela sempre teve esse estilo “exótico” de ser? Não, ela era uma criança e até um adolescente comum.

fotos lady gaga antes da fama

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Escritores britânicos vão pedir prisão do papa

abril 12, 2010 por Nilnews

Dois renomados ateus britânicos expressaram sua intenção de processar o papa Bento 16 pelo seu papel nos casos de abusos sexuais envolvendo padres da Igreja Católica em diversas partes do mundo.

Os escritores Richard Dawkins e Christopher Hitchens disseram que moverão um processo contra o papa tanto na Justiça da Grã-Bretanha, país que o pontífice visitará em setembro, quanto na Corte Penal Internacional.

Dawkins, biólogo de formação, é um conhecido autor de livros que questionam a validade e a veracidade das religiões. Seu trabalho mais conhecido, Deus, uma ilusão, vendeu mais de 1,5 milhão de cópias e virou um best-seller publicado em mais de 30 países.

Hitchens é filósofo e cientista político pela Universidade de Oxford, e colunista de diversas publicações, como Vanity Fair, Harper’s e Granta.

A argumentação jurídica seguiria a mesma lógica da ação que culminou com a prisão do ex-ditador chileno Augusto Pinochet durante sua visita a Londres em 1998.

Os pensadores alegam que o pontífice “não é imune à prisão no Reino Unido” porque, apesar de ser o chefe do Vaticano, não é um chefe de Estado reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

“Acredito que a Justiça britânica rejeitará (o argumento de imunidade do papa)”, disse o advogado especializado em direitos humanos que representará os escritores, Mark Stephens.

“Se o papa viesse em visita de Estado, normalmente um chefe de Estado teria imunidade soberana. O que defendo é que ele não é um soberano, não é chefe de Estado, por isso não pode se valer dessa defesa.”

Dawkins e Hitchens e seu advogado crêem que podem acusar o papa de crime contra a humanidade.

Escândalos

Bento 16 tem sido alvo de críticas diante das inúmeras denúncias de abusos de menores que surgiram, porque ele chefiava o braço da Santa Sé responsável pela disciplina.

Em muitos casos o papa, então cardeal Joseph Ratzinger, é acusado de omissão. Mas no fim da semana passada veio a público uma carta de 1985 em que ele resiste à ideia de destituir das funções sacerdotais o padre americano Stephen Kiesle, acusado de abuso sexual.

O então cardeal Ratzinger afirmou na carta que o “bem da Igreja universal” precisava ser levado em conta em um ato como a destituição das funções sacerdotais.

O Vaticano confirmou a assinatura do cardeal no documento, revelado pela agência de notícias Associated Press.

Em resposta à divulgação da carta, o porta-voz do Vaticano disse que o documento foi apresentado “fora do contexto”.

Fonte: BBC

Maníaco de Luziânia atraía vítimas com dinheiro

abril 11, 2010 por Nilnews

O pedreiro Admar de Jesus, 40, que se revelou o “Maníaco de Luziânia”, atraiu suas vítimas, todas muito pobres, oferecendo-lhes dinheiro. A sequência de desaparecimentos, que asustava os brasilienses, envolvia adolescentes de 13 aos 17 anos de Luziânia (GO), uma das principais cidades do chamado Entorno do DF, a 66km de Brasília. Toos os garotos foram assassinados.

Em 2005, Admar de Jesus foi condenado a 14 anos de prisão pela prática de pedofilia. Ele foi solto no dia 23 de dezembro beneficiado pelo regime de progressão de pena.

De acordo com informações ainda não oficiais, Admar abordava as vítimas oferecendo uma quantia de R$ 20, R$ 30 para trabalhos de pedreiro, até que depois de um tempo, convencia os jovens a acompanhá-lo ao matagal. Lá a conversa evoluía para assédio sexual e depois o suposto assassino matava os jovens a golpe de pauladas.

O criminoso já havia cumprido pena por pedofilia, no DF, e foi solto sob o benefício da “progressão de pena”. A primeira vítima desapareceu em 30 de dezembro, dias depois de sua soltura. Uma das principais pistas que levaram a Polícia Federal ao Maníaco de Luziânia foi o telefone celular de uma das vítimas, depois usado por cinco pessoas, até chegar às mãos de um parente do assassino. Todos foram presos.

O acusado confessou os crimes e indicou os locais onde escondeu os corpos. Dois foram encontrados ainda no sábado.

Familiares dos adolescentes desaparecidos de Luziânia foram ao Instituto de Medicina Legal (IML), onde passam informações que possam ajudar na identificação dos corpos. Cinco peritos da Polícia Civil e sete da Polícia Federal fazem o trabalho. Os corpos foram encontrados no sábado (10/4) e domingo (11) após o pedreiro Admar de Jesus, 40 anos, apontar o local à polícia, uma fazenda chamada Buracão, a cerca de 1,7 km de distância da entrada de Luziânia. O acusado teria confessado o crime.

O chefe do Departamento Judiciário da Polícia Civil goiana, Josuemar Vaz de Oliveira, confirmou que os adolescentes teriam sido assassinados a pauladas. Segundo ele, o acusado abordava os jovens, os levava ao matagal e cometia o crime em seguida.

Claudio Humberto

The Beatles 40 anos do fim

abril 10, 2010 por Nilnews

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Há 40 anos, no dia 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciava a separação oficial dos Beatles em comunicado.

Pouco tempo depois, John Lennon concluia: o sonho havia terminado.

Na realidade, o grupo já tinha deixado de tocar juntos havia vários meses, quando terminou a gravação do álbum “Abbey Road“. Os quatro já estavam se dedicando a projetos pessoais, mas ninguém se atrevia a anunciar ao mundo a separação.

“Não deixei os Beatles. Os beatles deixaram os Beatles, mas ninguém quer ser o que diz que a festa terminou”, afirma Paul na autobiografia do grupo, “Anthology”.

Em abril de 1970, Paul lançava seu primeiro disco solo, “McCartney”, e queria evitar entrevistas nas quais, sem dúvida, seria perguntado sobre a situação dos Beatles.

O baixista decidiu que Derek Taylor, assessor de imprensa do grupo, prepararia um questionário, que seria respondido por ele distribuído junto com seu disco.

“Uma das perguntas foi: podemos dizer que os Beatles se separaram?’ Respondi: ‘Sim. Não voltaremos a tocar juntos’”, lembra.

Paul estava furioso com o trabalho feito pelo produtor Phil Spector com as fitas que o grupo tinha deixado paradas no ano anterior e que foram retrabalhadas e lançadas no álbum “Let it be”.

O trabalho de Spector foi aprovado por John e George Harrison, que não queriam que Paul lançasse seu álbum pela Apple Records – o selo criado pelo grupo – antes que “Let it be” e o disco de estreia de Ringo Starr começassem a ser vendidos.

“Estava tão cansado de tudo que disse: ‘Quero sair do selo’. A Apple Records era um lindo sonho, mas pensei: ‘Quero deixá-lo’. George me disse por telefone: ‘Você vai ficar no selo! Hare Krishna!’ e desligou”, lembra Paul.

“Não fui gravar ‘McCartney’ com a Apple. O fiz sozinho e disse para que o lançassem”, acrescenta.

Paul afirma que o grupo chegou a seu fim “quando John disse: ‘deixo os Beatles’”.

O vocalista já atuava junto com Yoko Ono em seu próprio grupo, o Plastic Ono Band, com o qual tinha lançado um álbum ao vivo, e, em janeiro de 1970, tinha gravado a música “Instant Karma”, com George e Spector.

Ringo afirma que, antes do anúncio de Paul, sempre havia a possibilidade de os Beatles continuarem juntos. “Quando estávamos no estúdio gravando ‘Abbey Road’ não dissemos: ‘acabou: último disco, última canção’”, assegura o baterista.

Mas a separação dos Beatles era inevitável. Como explica George Martin, o produtor que trabalhou com eles no estúdio de gravação durante oito anos, “a ruptura ocorreu por muitos motivos, sobretudo porque cada um dos meninos queria viver sua própria vida e nunca tinham conseguido”.

“Acho que nos separamos pelo mesmo motivo pelo qual as pessoas se separam. Precisávamos de mais espaço vital e os Beatles tinham se transformado em um espaço reduzido”, afirma Harrison na autobiografia do grupo. Os quatro integrantes da banda seguiram seus caminhos separadamente, mas nunca deixaram de ser perguntados sobre um possível retorno, opção que foi descartada depois que John foi assassinado em Nova York, no dia 8 de dezembro de 1980.

A faixa de pedestres de Abbey Road é divisória
A faixa de pedestres de Abbey Road é divisória

A faixa de pedestres de Abbey Road é divisória. Linha emblemática entre “somos Beatles” e “somos ex-Beatles”. Uma foto simples de quatro homens cruzando uma rua, um clique, e a sensação para cada um deles de tudo acabado entre nós, parceria desfeita, game over, the end, valeu mesmo, obrigado, cada um cuide de si.

A foto clássica desde ali, feita sem grande produção, em minutos, meio que despretensiosa, sem grande dedicação, mostra cada um determinado a passar rápido, finalizar rápido, sem ligar para o da frente ou o de trás, introspectivos, como que desconhecidos um do outro, expressões individualistas. É a síntese do rompimento.

Virou capa do long play Abbey Road, dos Beatles, último gravado por eles, penúltimo finalizado e posto à venda. Superior a todos segundo muitos, de deixar sem fôlego, onde é difícil escolher a melhor música, o que deu esperança de os boatos de separação serem só boatos mesmo ou, ao menos, de terem chegado a um acerto e continuariam juntos.

Ao contrário. Dali tudo ficou mais claro, decidido até, esperando só o comunicado, digamos, oficial. E veio. De forma meio que informal, em 10 de abril de 1970, Paul McCartney disse que seguiria carreira solo. The Beatles chegara ao fim.

Era esperado. Só era ruim de acreditar. Os comentários de separação eram fortes, não via quem não queria aceitar. Brigas nas gravações, frieza nos olhares, indiferença, interesses conflitantes, ideias individuais, egoístas até, desgaste total, sensação de “já deu, né!”, necessidade de se desgarrar, seguir sozinho. Saco cheio.

Dez anos juntos, dez anos intensos de mudanças, de criatividade, rebeldia, de conservadorismo caindo, de louvar a sensibilidade, inovações, de influência em todos os sentidos.

O reflexo dos anos 60. Depois que começaram a cantar o cabelo dos homens cresceu mais e mais, as mulheres cortaram as saias mais e mais, o mundo coloriu mais e mais, se drogou mais e mais e fez sexo idem.

Dez anos em que a necessidade de ser livre a todo custo se apossou da humanidade e a foi dominando mais e mais.

Se não foram os cabeças, os Beatles foram o símbolo da década. De meninos de terninho bem passado, cabelos um pouco longos, mas bem penteados, barbeados, risonhos e cara de certinhos que cantavam “Yeah, yeah, yeah!” a caras bigodudos, cabeludos, barbudos, de costeletas grandes, despenteados, com roupas coloridas, cansados de mulheres gritando em volta. Da inocente I want hold your hand à lisérgica Lucy in the sky with diamonds.

Tão influentes que a beatlemania não durou só dez anos. Começou com uma histeria feminina a la Jonas Brothers e vem até hoje com uma adoração bem mais masculina que não admite questionamentos.

Fale qualquer coisa junto a um fã (não são poucos) e se tem um rol decorado e detalhado de contribuições ao mundo da música.

Os quatro rapazes ingleses não faziam músicas políticas, de enfrentamento, estimulando o combate. Eram filosóficos, pacifistas, sensíveis, alucinógenos inclusive

As mais básicas: incorporaram a música clássica ao rock, criaram, investiram e abusaram de toques e batidas, na busca de um som diferente, um arranjo agradável aos ouvidos, revolucionário, letras cada vez mais poéticas, reflexivas, questionadoras, progressistas.

Musicalidade, técnica, inspiração e personalidade. Vários estilos dentro de um estilo próprio, absorvendo influências e influenciando.

Fãs e críticos chegavam a dar nome ao que eles faziam que nem os próprios Beatles entendiam o significado. Um crítico italiano uma vez disse que a canção It won’t be long teria cadências eólicas. John Lennon perguntou de pronto: “O que é isso? Algum pássaro exótico?”

Quando Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band chegou aos ouvidos, em 1967, foi tido como o disco com maior força criativa da música até então. E, há quem defenda, até hoje nunca houve igual.

Acha pouco? Tem razão. O álbum é um mix de toda a década de 60. Psicodelismo, rock’n roll, pop, iconoclastia, liberdade, paz e amor. O anúncio de que o mundo mudou e mudaria ainda mais. E de que The Beatles mudou junto ou à frente.

Mas mudanças trazem conflitos. E The Beatles não escapou. Começaram a divergir, guerrear por poder, a se impor, se suportar.

George Harrison, frustrado por anos, escanteado, queria mais espaço nas composições, Paul e John não queriam abrir, Paul, pop e moderno, pedia mais dedicação à banda, John se distanciava, introspectivo e experimental, Ringo Starr apático era, apático ficava.

E o mundo em volta também era conflitante. A ingenuidade espiritual do faça amor não, faça guerra vinha sendo substituída pela ideologia raivosa da luta de classes.

Os quatro rapazes ingleses não faziam músicas políticas, de enfrentamento, estimulando o combate. Eram filosóficos, pacifistas, sensíveis, alucinógenos inclusive.

Quatro rapazes que precisavam de amor como todo mundo. Tiveram. E tiveram muito. Mas, também como todo mundo, envolveram-se em egocentrismo, caos administrativo, má vontade em se entender, mau humor na convivência, ciúme, pitacos de gente de fora, queixas não resolvidas, guardadas, ruminadas e tóxicas. Ninguém aguenta.

Dez anos de grandeza acabaram em mágoa. Nunca mais os quatro se reuniram de novo. Se evitaram, se farpearam, cada um no seu rumo.

O último disco, Let it be, lançado em março de 1970, após quase um ano arquivado, tem na capa quatro fotos, quatro rostos particularizados, independentes, escolha talvez proposital, juntos só pela composição gráfica, retratos claros da desunião concretizada.

The Beatles havia atravessado a faixa divisória bem antes.

MIGUEL RIOS/JC

Cidinha Campos enfurecida na tribuna

abril 9, 2010 por Nilnews

A deputada Cidinha Campos é a mais recente política agraciada por vídeos virais. De sexta-feira para cá, pulou de 13 mil para 80 mil o número de exibições do vídeo em que ela, durante sete minutos, faz acusações no plenário da Alerj contra o deputado José Nader. O discurso vem sendo replicado em redes sociais e já foi parar até num blog de Monçambique

Este desabafo da deputada estadual Cidinha Campos (PDT) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no último dia 24, está ganhando fãs em todas as partes do país. Nele, Cidinha diz que a corrupção está no DNA e que existe uma quadrilha na Alerj: “Quanto mais o cara é ladrão, mais é querido, simpático”.

“Isso daqui não é uma casa de santos, mas não pode se transformar em uma casa de canalhas, corruptos, vagabundos”

Blog do Bastos/Folha da Manhã

Calçados com pneus reciclados

abril 9, 2010 por Nilnews

A marca Goóc, que fabrica acessórios e calçados com solado de borracha reciclada de pneus, lançou um projeto que chamou de 2014.

O objetivo do fundador, Thái Quang Nghiã, vietnamita naturalizado brasileiro, é transformar 40 milhões de pneus em mais de 210 milhões de sandálias até 2014.

De acordo com estudos realizados pela empresa, o brasileiro, proprietário de carro ou não, gasta, em média, um pneu a cada quatro anos. “Pela nossa experiência, cada pneu produz em média cinco pares de sandália”, diz Nghiã, que desde 2004 usou mais de 2 milhões de pneus reciclados na confecção dos produtos.

Cada par custa cerca de R$ 25. “Os brasileiros usam muitos pneus no Brasil. A dependência do transporte rodoviário é alta.” A empresa, que já possui três fábricas no Brasil, pretende inaugurar uma nova unidade em Brotas (SP) até o final deste ano.

Mercado Aberto

Vagas para trabalhar em cruzeiro

abril 9, 2010 por Nilnews

A Infinity Brazil, agência de recrutamento para trabalho em cruzeiros marítimos, já começou a selecionar novos tripulantes para a temporada 2010/2011, com embarques nacionais e internacionais. Serão contratados, inicialmente, 1.500 brasileiros para trabalhar a bordo dos transatlânticos de companhias como Royal Caribbean, Costa Cruzeiros, MSC Cruzeiros, Image Group, Straboard Services e Ocean View. Há postos em diferentes áreas, como restaurante, bar, limpeza, recreação, estética e fotografia. Segundo a Infinity, no último ano foram recrutados aproximadamente dois mil jovens para essas companhias.

O número de vagas para a temporada 2010/2011 tende a aumentar devido ao crescimento do mercado de cruzeiros no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Representantes de Empresas Marítimas (Abremar), as empresas de cruzeiros de todo o mundo já perceberam o potencial do país e vêm investindo na expansão do segmento.

Os contratos para trabalho a bordo têm duração de seis a 10 meses. A remuneração oscila entre US$ 550 e US$ 1.200 (o equivalente a R$ 993 e R$ 2.160, respectivamente), sem contar as gorjetas recebidas por alguns profissionais. Para participar do processo seletivo, o candidato precisa ter inglês (nível de conversação) e conhecimento da função. Os interessados devem efetuar o cadastro, gratuito, diretamente no site da Infinity . O prazo para se candidatar às vagas vai até 9 de abril. As entrevistas no Rio começam na próxima semana.

Conheça o perfil de cada cargo:

- Assistente de garçom(400 vagas) – idade entre 18 e 35 anos, inglês avançado e conhecimento na área. Salário: US$ 550 a US$ 1.200

- Camareiro (300 vagas) – idade entre 18 e 35 anos, inglês avançado e conhecimento na área. Salário: US$ 550 a US$ 1.200

- Garçom de bar (300 vagas) – idade entre 18 e 35 anos, inglês avançado e conhecimento na função. Salário: US$ 550 a US$ 1.200

- Fotógrafo(100 vagas) – idade entre 21 a 30 anos, inglês fluente e experiência no ramo. Salário: US$ 1.000

- Vendedor(150 vagas) – profissional com idade entre 21 e 35 anos, inglês fluente e experiência em loja de grande porte. Salário: US$ 1.000

- Técnico de áudio (25 vagas) – idade entre 21 e 35 anos, inglês avançado e experiência na área. Salário: US$ 1.000

- Técnico de luz(25 vagas) – idade entre 21 e 35 anos, inglês avançado e experiência no ramo. Salário: US$ 1.000

- Massagista com noções de manicure (100 vagas) – idade entre 18 e 35 anos, inglês intermediário e experiência na função. Salário: US$ 800

- Cabeleireiro (100 vagas) – 18 a 35 anos, inglês intermediário e experiência na área. Salário: US$ 800

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