Paul McCartney em novembro no Morumbi
O São Paulo confirmou, nesta segunda-feira, que o Morumbi abrigará dois shows de Paul McCartney
em novembro, provavelmente nos dias 21 e 22. Segundo Adalberto
Baptista, diretor de marketing do clube, o acordo com o ex-beatle já
está fechado, mas o contrato não foi assinado.
O clube não divulga, mas deverá embolsar cerca de R$ 1,2 milhão com a
apresentação do famoso integrante dos Beatles, considerada uma das
maiores bandas de rock da história.Aa jornalista Léa Penteado, assessora da produtora DC Set Promoções, divulgou no Twitter a informação de que a turnê do músico pela América Latina iria começar justamente por porto Alegre. Naquele mesmo dia, ela voltou atrás, informando que a viagem ainda precisaria ser confirmada e que Porto Alegre estaria disputando com Rio e Santiago do Chile a terceira parte da excursão – São Paulo e Buenos Aires seriam as outras cidades no caminho de Paul.
A aguardada exibição da turnê “Up and Coming” amplia a já concorrida agenda de shows do Morumbi para o semestre. Além do músico inglês, Rush, Black Eyed Peas e Bon Jovi também se apresentarão no estádio são-paulino.
A agenda lotada, no entanto, deve deixar o São Paulo sem sua “casa” por alguns jogos. No dia 21 de novembro o clube receberia o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, mas o jogo deve ser levado para a Arena Barueri
O expediente já foi utilizado em ocasiões semelhantes. Em 6 de outubro, por exemplo, o clube também vai até o município da Grande São Paulo enfrentar o Vitória, por conta da apresentação de Bon Jovi. Rush e Black Eyed Peas, no entanto, não devem alterar a programação tricolor.
A confirmação do ex-beatle encerra uma longa expectativa dos fãs brasileiros. Em setembro, o jornal argentino Clarín adiantou que o ex-beatle incluiria São Paulo em uma turnê pela América Latina.
A passagem pelo Brasil, no entanto, chegou a ser negada antes do posterior acerto com o São Paulo. Aos 67 anos, Paul McCartney passará pelo Brasil pela terceira vez na carreira. Em 1990, o músico reuniu cerca de 180 mil pessoas no Maracanã. Três anos depois, levou mais multidões aos seus shows, desta vez em Curitiba e São Paulo.
Publicado setembro 27, 2010 – am:11 am
Categorias: America Latina, rock, shows
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"Tagged"Up and Coming
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Pais de jornalista assassinada vão receber 300 mil
Dez anos depois da morte da jornalista Sandra Gomide, os pais dela, Joao e Leonilda Gomide, devem receber indenizaçao de R$ 300 mil de Pimenta Neves,
jornalista que assassinou a colega com 2 tiros pelas costas qdo ambos
trabalhavam no Estadao – e está até hoje em liberdade. A informaçao é da
coluna da Mônica Bergamo publicada na ediçao de hoje da Folha de SP.Pimenta matou Sandra com dois tiros pelas costas no dia 20 de agosto de 2000 e confessou o crime 4 dias depois. Condenado por um júri popular a 19 anos de prisao em maio de 2006, teve a pena reduzida para 15 anos e conseguiu continuar solto apresentando sucessivos recursos a tribunais superiores.
Publicado setembro 27, 2010 – am:00 am
Categorias: Crime, Imprensa, Justiça, Lei
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"Tagged"jornalista Sandra Gomide, Pimenta Neves
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Suzane acusou pai dos Cravinhos de tramar o crime
Os pais da garota, que tinha 19 anos quanto cometeu o delito, foram
mortos com a ajuda dos irmãos Cravinhos . Mas uma quarta pessoa,
Astrogildo teria arquitetado tudo. O promotor, que já chegou a ouvir
Suzane ao longo de mais que 15 horas de depoimentos, disse que ela não
quis oficializar a declaração depois de consultar seu advogado,
Denivaldo Barni.No dia 15 de janeiro de 2007, Suzane pediu autorização para denunciar supostas irregularidades da penitenciária da cidade onde estava presa. Segundo ela, o promotor- que visitou a cadeia cinco vezes durante os cinco meses em que esteve na cadeia – aproveitou o momento para se declarar ao som de João Gilberto. Antes disso, ele sugeriu que ela ficasse em Ribeirão Preto para que assim pudesse ser sua protegida.
Segundo testemunhas, Eliseu chamava a detenta de “Su” ou “Suzi” e se despediu dela com um beijo no rosto. Ele nega todas as acusações, e disse que este beijo aconteceu, mas partiu dela. Para que não houvesse nenhum constrangimento o promotor diz ter aceitado.
Apesar de ter sido punido pela Corregedoria do Ministério Público, não só pelas acusações de Suzane, mas por outras infrações, como dispensar uma testemunha importante em um julgamento, Eliseu nega todas as acusações. Há um ano, a liberdade condicional de Suzane foi negada principalmente por um laudo feito por psicólogos que avaliaram que ela é dissimulada, manipuladora e não tem limites para conseguir o que quer.
Publicado setembro 27, 2010 – am:48 am
Categorias: Crime, Justiça, Sem-categoria
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"Tagged"Eliseu José Berardo Gonçalves, Suzane Von Richtofen
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O fogoso pai do ano!
Fogoso: 250 000 filhos espalhados pelas fazendas brasileiras
Da Coluna do Lauro Jardim
Publicado setembro 25, 2010 – pm:22 pm
Categorias: Agronegócios, Ciência, Negocios
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ORKUT: falha volta a ser utilizada
Tá no G1, em São Paulo

A falha ocorre no processamento das mensagens dos usuários que permite que hackers insiram um código JavaScript, tornando a pessoa um membro da comunidade. Ao entrar nos “scraps”, como são chamadas as mensagens da rede social, além de ser levado e tornar-se membro da página “Infectados pelo Vírus do Orkut”, o usuário passa o “bug” automaticamente para os amigos.
De acordo com Altieres Rohr, colunista de segurança para o PC do G1, o bug se tornou público na noite desta sexta-feira (24). “O Google foi avisado do problema por volta das 22h40 e até a tarde deste sábado não havia entrado em ação”, conta.
O problema prejudica apenas o uso da rede social e não existe o risco do problema se espalhar para o computador como um vírus. O colunista explica que basta os usuários não acessarem as páginas de mensagens dos amigos até o problema ser resolvido para evitar ser atingido pelo bug.
Na comunidade “Infectados pelo Vírus do Orkut”, o usuário da rede social Rodrigo Lacerda assume a autoria do Bug. “Você chegou aqui através de uma falha grave no orkut. A falha já foi comunicada ao Google e deve ser corrigida em breve. A comunidade só tem o intuito de forçar uma correção mais rápida”, explica Lacerda na comunidade.
Publicado setembro 25, 2010 – pm:36 pm
Categorias: Orkut, Web, You Tube
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Vox Populi Minas: Anastasia abre dez pontos sobre Hélio Costa
Vanessa Portugal (PSTU) manteve 1% das intenções de voto. Os candidatos Zé Fernando (PV), Edilson Nascimento (PT do B), Professor Luiz Carlos (PSOL) e Fabinho (PCO), não pontuaram. Os brancos e nulos somam 6% e os indecisos 19%.
Na disputa pelo Senado, Aécio Neves permanece como o favorito, com 71%, seguido por Itamar Franco (PPS), que tem 42%. Fernando Pimentel (PT) aparece com 30% das intençõesde voto. A pesquisa, encomendada pela Band e Portal Ig, ouviu 1.000 pessoas entre os dias 18 e 21 de setembro e pesquisa foi registrada no Tribunal Regional de Minas Gerais (TRE-MG) sob o número 74.029/10.
Publicado setembro 25, 2010 – pm:04 pm
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Fernando Henrique admite vitória de Dilma
O
repórter Jonathan Wheatley relata em seu texto que sugeriu, em
entrevista há cerca de duas semanas e meia, que já se sabia quem seria
eleito. FHC apenas respondeu “sim”.
Em entrevista ao jornal
britânico “Financial Times”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso
admitiu Dilma Rousseff (PT) ser eleita presidente.“Isso vai nos impedir de desenvolver mais rapidamente. Mas isso não vai levar o Brasil para trás. A sociedade é muito forte para isso”, completou o ex-presidente, ao ser questionado o que isso significaria.
FHC também criticou a forma como o PSDB fez oposição ao governo. “A oposição entendeu errado. Nós permitimos a mitificação de Lula.
Mas Lula não é um revolucionário. Ele veio da classe trabalhadora e se comporta como se fizesse parte da velha elite conservadora.”
Segundo FHC, Lula será lembrado como um Lech Walesa que deu certo. Sindicalista, Walesa foi presidente da Polônia de 1990 a 1995.
“Acho que ele será lembrado pelo crescimento e pela continuidade, e por colocar mais ênfase nos gastos sociais.”
Publicado setembro 25, 2010 – pm:47 pm
Categorias: Eleiçoes, Imprensa, Politica
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"Tagged"Dilma, FHC, Financial Times
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Serra tem apoio do Estadão em editorial

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
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Efetivamente, não bastasse o embuste do “nunca antes”, agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder.
É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir.
O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa – iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique – de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana.
Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso.
E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o “cara”. Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: “Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?”
Este é o mal a evitar.
Editorial de O Estado de São Paulo
Publicado setembro 25, 2010 – pm:38 pm
Categorias: Eleiçoes, Imprensa, Politica
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Gushiken e Lulinha perdem para imprensa na justiça
O ex-ministro Luis Gushiken acaba de perder, na justiça, um processo de R$ 300 mil que movia contra a revista IstoÉ Dinheiro,
o jornalista Leonardo Attuch e o ex-diretor do Banco do Brasil,
Henrique Pizzolato: foi negado o pedido de indenização ao ex-secretário
de Comunicação da Presidência, feito depois da publicação de matéria
que o apontava como mandante do desvio de milhões de reais do banco
para o caixa 2 do PT.
Ele foi condenado a arcar com honorários advocatícios de R$ 30 mil. Cabe recurso.
Vale lembrar que na mesma semana, a justiça igualmente negou pedido de indenização por danos morais feito por Fábio Luis Lula da Silva em ação contra Veja e Alexandre Paes dos Santos. A matéria falava sobre a GameCorp e outros vôos empresariais de Lulinha.
A juíza Luciana Novakoski Ferreira Alves de Oliveira considerou que a reportagem intitulada “O Fábio ficava mais ali”, redigida por Alexandre Oltramari, não distorceu os fatos ou, de alguma forma, se distanciou da verdade. Cabe recurso.
Ele foi condenado a arcar com honorários advocatícios de R$ 30 mil. Cabe recurso.Vale lembrar que na mesma semana, a justiça igualmente negou pedido de indenização por danos morais feito por Fábio Luis Lula da Silva em ação contra Veja e Alexandre Paes dos Santos. A matéria falava sobre a GameCorp e outros vôos empresariais de Lulinha.
A juíza Luciana Novakoski Ferreira Alves de Oliveira considerou que a reportagem intitulada “O Fábio ficava mais ali”, redigida por Alexandre Oltramari, não distorceu os fatos ou, de alguma forma, se distanciou da verdade. Cabe recurso.
Publicado setembro 25, 2010 – pm:30 pm
Categorias: Imprensa, Justiça, Politica
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"Tagged"Fábio Luis Lula da Silva, Luis Gushiken
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Livro: Ruth Cardoso, fragmentos de uma vida
“Você
entra num espaço, cheio de figuras do primeiro ao último escalão,
olha para o teto e comenta como quem não quer nada: puxa, não tem uma
vaca neste teto?
No dia seguinte, ao entrar no salão vai descobrir que alguém colocou uma vaca no teto”.
Era a visão irônica de Ruth Cardoso nos tempos de Palácio do
Planalto. Essa e outras tantas histórias da antropóloga de formação e
ex-primeira-dama do país estão relatadas no livro Ruth Cardoso, fragmentos de uma vida, que Ignácio de Loyola Brandão lança dia 28 em São Paulo, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
No livro, Loyola coleciona passagens de Dona Ruth, desde a formação escolar em Araraquara, interior de São Paulo (ele também é de lá) até a chegada ao Palácio da Alvorada, em 1994.
Mais: ela não suportava ser chamada de primeira-dama: argumentava que “não fazia parte da tradição brasileira”.

‘Ruth Cardoso – fragmentos de uma vida’, de Ignácio de Loyola Brandão, com posfácio de Manuel Castells, é uma biografia da ex-primeira-dama Ruth Cardoso que conta com sua participação pessoal. A obra foi realizada a partir de entrevistas com a biografada, e contém diversos fatos e dados.
No dia seguinte, ao entrar no salão vai descobrir que alguém colocou uma vaca no teto”.
Era a visão irônica de Ruth Cardoso nos tempos de Palácio do
Planalto. Essa e outras tantas histórias da antropóloga de formação e
ex-primeira-dama do país estão relatadas no livro Ruth Cardoso, fragmentos de uma vida, que Ignácio de Loyola Brandão lança dia 28 em São Paulo, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.No livro, Loyola coleciona passagens de Dona Ruth, desde a formação escolar em Araraquara, interior de São Paulo (ele também é de lá) até a chegada ao Palácio da Alvorada, em 1994.
Mais: ela não suportava ser chamada de primeira-dama: argumentava que “não fazia parte da tradição brasileira”.

‘Ruth Cardoso – fragmentos de uma vida’, de Ignácio de Loyola Brandão, com posfácio de Manuel Castells, é uma biografia da ex-primeira-dama Ruth Cardoso que conta com sua participação pessoal. A obra foi realizada a partir de entrevistas com a biografada, e contém diversos fatos e dados.

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