3 de abr. de 2010

Morre o ator Buza Ferraz

abril 3, 2010 por Nilnews

O ator e diretor Buza Ferraz, de 59 anos, morreu na madrugada deste sábado, no Rio. Ele sofria de leucemia, havia sentido um mal-estar e fora para o Hospital Samaritano, em Botafogo. Durante o atendimento, teve três paradas cardíacas e não resistiu.

De acordo com a família do ator, sua morte não teve relação com a leucemia e a causa seria um edema no pulmão. Buza estava passando o feriado da Sexta Feira Santa em Terezópolis quando passou mal, dirigindo-se em seguida para o hospital.

Segundo o irmão do ator, Antônio Paulo Ferraz, o último papel de Buza na TV Globo foi na novela “Páginas da vida”, de Manoel Carlos, na qual interpretava o advogado Ivan.

Sua estreia na televisão foi na primeira versão da novela “Selva de pedra”, em 1972. Buza também participou de folhetins como “O rebu” (1974), “Brilhante” (1981), “Pedra sobre pedra” (1992) e “Despedida de solteiro” (1992). No cinema, Buza dirigiu, com Luiz Carlos Lacerda, o filme “For all – O trampolim da vitória”, em 1997.

O enterro de Buza está previsto para este sábado, às 16h, no Cemitério São João Batista.

The Guritles a nova banda do Guri de Uruguaiana!

abril 3, 2010 por Nilnews

“Depois do estrondoso sucesso do Canto Alegretense na versão Thriller, agora o Guri de Uruguaiana, acompanhado do seu fiel escudeiro, o Licurgo, e dos amigos Rui Biriva e Daniel Torres, encaram o sucesso Help, dos Beatles, em um clipe “loco de especial”"

A morte do Menino Azul

abril 3, 2010 por Nilnews

Li gostei, colei:

Menino Azul Por que as crianças morrem? Por que morre uma criança azul? Que tocava violino, que tocava as pessoas, que sabia chorar um choro tão sentido, que convocava a solidariedade. Diego poderia ter se perdido de tantas formas em Parada de Lucas, mas se encontrava. O Rio o conheceu porque ele sabia chorar e tocou violino no dia da morte do seu professor. O Rio não entendeu esse final.

Saber chorar é arte. Fugir dos riscos que cercam meninos negros nas áreas ainda não pacificadas do Rio é arte. Vencer uma meningite aos quatro, estudar violino no meio de tiroteios é arte. Fazer-se amar é arte. Diego, o artista, fez chorar quem o conhecia e quem não o conhecia, quem falou com ele, e quem nunca o ouviu.

Ele era um dos meninos do AfroReggae e alguém pode dizer que existem tantos outros diegos sendo atendidos por algum programa do grupo cultural, ou por outros movimentos e organizações que usam a música para envolver as crianças cercadas de perigos, drogas, tiros e medos. Por que então um deles era tão valioso? Porque o que estimula quem busca as crianças para protegê-las é saber que cada uma tem seu valor, único, insubstituível.

Diego carismático, bom, sensível, com seus projetos de ser artista era único para quem o amou. Essa é a teimosia de quem trabalha com programas em áreas pobres do Rio ou de qualquer lugar do Brasil. As estatísticas vão dizer que só um percentual pode ser integrado ao programa, protegido, resgatado, valorizado, mas tem que se lutar por cada um.

As estatísticas dizem que ele entraria em breve no grupo de muito risco. Morreu aos 12, de leucemia aguda. Mas jovens de 15 a 24 anos têm um risco muito maior de integrar os números das mortes por causas externas, ou seja, violência. Se forem do sexo masculino, o risco cresce. Se forem negros, cresce ainda mais. Jovens negros têm risco 130% maior que jovens brancos de serem vítimas, mostrou o Mapa da Violência divulgado esta semana pelo Instituto Sangari, com base nos dados do Ministério da Saúde, segundo informou o “Estado de S. Paulo”. A ONG revela que esse dado piorou recentemente. Em 2002, a relação era de 1,7 jovem negro vitima da violência para cada jovem branco. Felizmente caiu a violência entre jovens brancos, mas, infelizmente, ela aumentou no caso dos jovens negros, e a relação subiu para 2,6 para 1, em 2007.

Outras estatísticas, que têm sido divulgadas por estudiosos, mostram que se os jovens forem do Rio, o risco cresce. Se morarem na periferia do Rio, o risco é ainda maior. É uma escalada estatística o perigo que cerca um jovem negro da periferia do Rio, como era Diego.

Mas Diego estava bem encaminhado pela família, pelos muitos amigos, pela música, porque fazia parte da família AfroReggae, porque tinha sonhos, por ter comovido tanto ao mostrar sua dor na morte do Evandro, seu professor. Ele provavelmente superaria os perigos que neste momento cercam tantos outros. Isso torna essa morte ainda mais dolorosa. Ele viraria um adulto como a criança $foi. Até onde iria com sua música, suas amizades, sua sensibilidade? Eram bons os prognósticos.

“Pequeno grande Diego”, definiu Júnior, coordenador do AfroReggae, em um dos e-mails que disparou pela sua imensa rede de amigos, em todas as áreas da cidade, todas as classes sociais. Nesse e-mail ele contava a notícia mais trágica: a de que não era uma apendicite, como se pensava inicialmente, mas um inimigo muito mais perigoso: a leucemia aguda. Júnior contou da “dor sem tamanho” que era vê-lo naquelas horas finais.

O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, o definiu como um “parceiro”. Como pode o pequeno Diego ter ficado tão grande tão cedo? Ser considerado um parceiro pelo secretário de Segurança que está implantando as Unidades de Polícia Pacificadora; ser visto como um símbolo de um movimento que tem mais anos de vida do que ele pode ter; tudo é mistério em Diego do Violino.

Ele ficou conhecido, como todos se lembram, por uma foto que expressou a dor de todo o AfroReggae pelo assassinato do coordenador Evandro João da Silva. Quem acompanha o trabalho do grupo sabe que os meninos do violino eram um projeto especial para Evandro, mas a ONG sempre foi mais conhecida pelos grupos de percussão. Era uma experiência relativamente nova.

A violência estúpida que levou Evandro, e os detalhes que ficaram conhecidos depois da morte, como o comportamento desqualificado dos policiais que abordaram os assassinos, tudo foi sumindo lentamente das mentes. São tantos os absurdos que os mais recentes ocupam o lugar dos mais antigos, e a violência vai sendo banalizada. Mas o rosto bonito e triste de Diego, com aquela lágrima enorme e aquele violino do lado, ficou marcado na memória.

Esse é outro mistério de Diego: sua instantânea capacidade de tocar as pessoas e de se fazer entendido. Disse com seu rosto que a morte de Evandro doeu, convocou o sentimento de quem estivesse indiferente. Tão impressionante esse fenômeno que ele foi um dos três escolhidos para receber o Prêmio Faz Diferença, do GLOBO, na categoria Rio.

Diego ficou na memória como um lamento forte, um alerta, uma convocação geral, uma parada no tempo em que vamos perdendo aos poucos a sensibilidade. Porque ele tinha o lindo apelido de Azul, porque ele tocava um instrumento, porque ele não tinha nada que morrer agora com tanta coisa a viver ainda, porque seu choro em outubro foi tão sentido que só de ver a foto muita gente chorou com ele, porque ele era pequeno e grande esse espaço hoje é dele. Todo dele: o menino Azul.

Miriam Leitão Coluna no GLOBO

PS: Diego ficou conhecido ao emocionar as pessoas enquanto tocava, chorando, seu violino no enterro do coordenador do Afro Reggae Evandro João da Silva, morto em dezembro do ano passado no Centro.

Britânico filho de brasileira estoura nos EUA

abril 2, 2010 por Nilnews
Taio CruzTaio Cruz chegou ao topo da Billboard com o single ‘Break Your Heart’

Um cantor britânico filho de uma brasileira está fazendo grande sucesso nas paradas americanas com a música Break Your Heart, que bateu um recorde na Billboard, a parada americana.

Taio Cruz tornou-se o artista a dar o maior “salto” na parada de sucessos dos Estados Unidos para atingir a primeira posição. Break Your Heart, com participação do rapper americano Ludacris, pulou da 53ª posição para o topo da Billboard no dia 11 de março.

Naquela semana, o single foi baixado 273 mil vezes nos Estados Unidos – contra apenas 31 mil na semana anterior. A canção passou uma semana no topo das paradas americanas. Atualmente ela está na sexta posição.

Na Grã-Bretanha, o single foi número um por três semanas em setembro. O disco Rokstarr, lançado em outubro na Grã-Bretanha, chegou ao 14º lugar na parada do país. O disco ainda não foi lançado nos Estados Unidos.

Música negra britânica

Taio Cruz, nascido em Londres, é filho de um nigeriano com uma brasileira. O cantor e produtor de músicas R&B tem trabalhos com artistas como Tinchy Stryder, Cheryl Cole, McFly, Will Young e Kylie Minogue.

Em reportagem nesta sexta-feira, o jornal britânico Guardian destaca que Taio Cruz faz parte de uma geração de artistas britânicos negros, ao lado de Leona Lewis e Jay Sean, que está conseguindo chegar ao topo das paradas americanas – um fenômeno raro, tendo em vista a predominância dos americanos na música negra ocidental, em gêneros como blues, soul, funk e R & B.

Antes deles, poucos artistas britânicos negros conseguiram ser número um nos Estados Unidos – entre eles o cantor Roland Gift, à frente da banda Fine Young Cannibals, Mel B, das Spice Girls, e o cantor Seal.

O editor da Billboard, Mark Sutherland, disse ao Guardian que é muito difícil para qualquer britânico chegar ao número um nos Estados Unidos, sobretudo no gênero R&B.

“Jay Sean e Taio Cruz, por qualquer ângulo que se olhe, fizeram algo bastante notável ao chegar ao número um”, disse Sutherland.

BBC/UK

Lula:me chamam de baixinho,mas o povo não é

abril 1, 2010 por Nilnews

O PiG(*) sabe que o Brasil mudou de patamar e por isso não se   conforma
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O PiG(*) sabe que o Brasil mudou de patamar e por isso não se conforma

UM DOS DISCURSOS MAIS FORTES DO LULA. SEM DUVIDA!

DEU NOME A IMPRENSA PIG:

Trecho do discurso do presidente Lula durante a posse de 10 novos ministros do governo, no Palácio Itamaraty, em Brasília, no qual afirma que há setores da sociedade que insiste em negar os grandes avanços obtidos pelo País, interna e externamente.

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

Globo separa ex-casal de apresentadores

abril 1, 2010 por Nilnews

Casal separado (definitivamente): hoje é o último de Chico   Pinheiro e Carla Vilhena juntos no ar (Foto: Divulgação/TV Globo)

Casal separado (definitivamente): hoje é o último de Chico Pinheiro e Carla Vilhena juntos no ar (Foto: Divulgação/TV Globo)

Acaba hoje um dos mais duradouros casais do telejornalismo brasileiro.

A jornalista Carla Vilhena se despede logo mais do SP TV Primeira Edição, telejornal que apresentou nos últimos anos ao lado do ex-marido, Chico Pinheiro.

A partir de segunda-feira, Carla apresentará o Bom Dia São Paulo e participará do Bom Dia Brasil. Mariana Godoy, atual titular do Bom Dia SP, vai para o SP TV Primeira Edição, dividindo a bancada com Pinheiro.

Carla e Pinheiro estão separados há quase dois anos. A separação foi bastante tumultuada. A crise chegou ao auge no primeiro semestre do ano passado e transpareceu no ar. Na bancada, os dois não se olhavam.

A Globo, então, deu uma série de férias ora para um, ora para outro. Os apresentadores só passaram a disfarçar o mal-estar entre eles após um ultimato da direção da emissora, que chegou até a testar um novo formato, focado jornalismo de serviço, para Carla. A solução definitiva vem agora, com a saída de Carla para o telejornal local do meio dia.

Daniel Castro

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